Archive | agosto 2010

Seven “Imagination” Sábado 28-08-10

Mais uma vez, uma super festa temática promovida pela Seven que com muita criatividade e imaginação vem agitando as noites de Sexta e Sábados em Santos.

Desta vez a festa lembrou um “Baile de Máscaras” numa festa fechada com entrada apenas para quem possuia convites. E, mesmo sendo uma festa fechada a casa bombou.

Vejam as fotos em slide show ou no álbum de fotos.

Seven “We Love Seven” Sexta 27-08-10

Sempre muito aclamada pelo público, a festa WE LOVE SEVEN voltou nesta sexta-feira com Dj Rique e seus convidados, comandando a pista da Seven Disco e trazendo a energia da música eletrônica misturada ao balanço do Hip-Hop.

Foi muito show. As sextas na Seven estão cada vez melhores, eu adorei porque foi a primeira vez que ouvi numa balada a música IF WE EVER MEET AGAIN do Timbaland e Katy Perry. E muitos outros sons que ainda não tinha ouvido em nenhuma outra balada.

E deste jeito, inovando, tocando um som diferente que não ouvimos em outros lugares, mas com uma seleção musical de primeira que a Seven vem conquistando as noites de sexta e mostrando que veio para ficar.

Vejam as fotos desta noite em slide show ou no álbum de fotos.

Bikkini “Ladies on Fire” Sexta 27-08-10

Mais uma Super Sexta no Bikkini que a algum tempo mudou o perfil das Baladas em Santos fazendo com que a sexta se tivesse umas das melhores opções de balada do litoral e mostrando além do sábado, podemos ter diversão e uma ótima balada garantida nas outras noites da semana.

Vejam as fotos desta sexta em slide show ou no álbum de fotos.

Karate Kid

Para quem é fã de cinema e viveu os anos 80, com certeza deve ter entre seus filmes preferidos daquela época a Trilogia Karate Kid com Ralph Macchio e Pat Morita (Daniel Larusso e Sr. Miyagi).

Hoje fui a assistir a nova versão de Karate Kid com Jaden Smith, filho do super astro de Hollywood Will Smith.

Como fã da série, a principio fiquei receoso. Principalmente ao ver que filme não é “simplesmente” uma adaptação ou versão atualizada do original, e sim um filme totalmente novo. Do original preservou-se apenas a idéia base, um “garoto que enfrenta dificuldades de adaptar-se em um novo lar e que é iniciado nas artes marciais por um zelador”.

Fora isso, mudou-se tudo. Nome dos personagens; a mudança não é para uma cidade nova e sim um pais novo, neste caso, a China e até a arte marcial mudou, deixando de ser o Karatê para ser o Kung Fu.

Então, porque não chamar o filme de Kung Fu Kid? Primeiro, eu particularmente, acho Karate Kid muito mais sonoro do que Kung Fu Kid e segundo, mesmo em se tratando ser praticamente um novo filme, já que a mudança foi radical, achei interessante que fosse preservado o título, até para fazer uma referência e dar-se a justa homenagem ao filme original. Terceiro, chamá-lo de Karate Kid, e fazer lembrar do filme original, certamente vai levar muito mais gente aos cinemas e gerar mais bilheteria e deve ter sido nisso que os produtores do film pensaram. E, quarto, no mundo moderno, a China é a “bola da vez”, tendo inclusive, recentemente, superado o Japão e tornou-se a segunda maior potência econômica do mundo.

A pergunta que você pode estar se fazendo: o filme é melhor que o original? A resposta é: o filme MUITO melhor que o original.

Apesar de ser fã da série original, o Ralph Macchio nunca convenceu muito bem como lutador de Karate, nem nas horas que apanhava, nem nas horas que batia. Já o Jaden Smith realmente convence, tanto quando apanha, como quando bate.

E não era de se esperar algo diferente. Afinal o filme foi pensado como uma super produção. Afinal temos Jaden Smith filho do super astro Will Smith, e o “paizão” acompanhou tudo de perto. Também, por contar, com Jackie Chan como Sr Miaygi, ops… desculpem, como Sr. Han.

Logo no inicio do filme, na primeira surra que o Daniel Larusso, ops… desculpem novamente, quis dizer Dre Parker (personagem do Jaden)… enfim, aprimeira surra que o Dre leva, acontece em um parque na china, ao contrário do filme original que acontece na praia. Essa primeira surra do Dre é muito mais convencente que a surra do Daniel, o Dre apanha mesmo e impressiona. A velocidade dos golpes o tempo de reação e ataque na luta esta muito mais convincente nesta nova versão.

Outra cena clássica é quando o sr Miagy salva o Daniel de mais uma surra, agora é o sr Han que salva o Dre. O que eu já estava me perguntando antes da cena era: como vai ser essa cena? Afinal no original o Daniel já é um adolescente com cara de 16 para 17 anos e seus agressores aparentavam ter entre 18 e 19, portanto, maiores de idade e o sr Miyagi poderia bater neles sem problemas. Mas, e agora nessa nova versão onde o Dre tem apenas 12 anos e seus agressores aparentam ter entre 13 e 15 anos? Não pegaria bem o sr Han batendo pra valer num moleque de 13 anos, não é?

Pois, não é que resolveram bem essa questão? A cena ficou muito boa com o sr Han usando de sua habilidade para que os agressores do Dre batessem uns nos outros.

Enfim, o filme foi muito bem produzido, as cenas de luta realmente convencem super bem, e todas as mudanças realizadas ao meu ver apenas tornaram o filme ainda melhor que seu original.

E ao que já ficou claro, através deste filme e do anterior “A Procura da Felicidade” no qual o Jaden atuou ao lado do pai, o “moleque” realmente tem talento.

A pergunta que fica agora é: será que vai ficar nesse primeiro ou dado o sucesso de bilheteria que o filme certamente vai conquistar, ele também irá virar uma trilogia?

Por hora, enquanto você não assiste ao filme, confira o um dos trailers para o cinema (acima) e o clipe da música Never Say Never (abaixo) no qual o Jaden Smith canta ao lado de Justin Bieber e mostra que assim como pai, além ter talento como ator, manda super bem cantando. (filho de peixe…)

Tão grande e tão pequeno

Agora pela manhã estava vendo as fotos do Facebook de Gabrielle Lakusta, uma jovem canadense de 17 anos que retornou essa semana ao Canadá após ter ficado um ano no Brasil através de um programa de intercâmbio.

Não conheci a Gabriele e, sequer nunca conversei com ela, apenas a cliquei uma ou duas vezes na Balada. Fiquei sabendo de sua volta ao Canadá através de uma amiga, na verdade eu nem sabia que ela era Canadense, pensava que era moça brasileira como tantas outras que clico e sobre as quais nada sei.

Olhando as fotos dela no Facebook eu pensei justamente isso: “como o mundo pode ser tão grande e ao mesmo tempo tão pequeno?”.

Eu mesmo, sou um exemplo disto. A dez anos atrás morava no Recife, minha vida era casa trabalho, trabalho casa, na verdade apenas casa, tendo em vista que montei um curso de informática em minha própria casa e trabalha em casa mesmo.

No Recife, onde morava, meu pai, apesar do salário de Garçon montou uma bela casa, grande e ampla, com um grande quintal à frente e atrás. Tanto que tomei parte da casa e transformei em uma sala onde montei meu curso.

Há Dez anos, quando o “boom” da internet começava no Brasil, na época da linha discada e dos incríveis 36.600 kbps de velocidade (kkkkk) e na época em que as salas de bate papo do uol não eram dominadas por gays, trasvestis e tarados de plantão, naquela época, com tanta gente legal para conhecer, ali mesmo, pertinho, no Recife, eu fui conhecer e me apaixonar por uma arquiteta de Santos.

Naquela época… o mundo era grande, gigante… do tamanho da “carissima” contra de telefone e dos caros interurbanos de Recife para Santos. Não havia a facilide e a qualidade das ligações do Skype, nem sequer havia MSN ainda. Era o ICQ. Lembram?

Não havia os planos “Liberty” da TIM que me permitem ligar ilimitado para qualquer TIM do Brasil (não é propaganda não, aliás, até é… afinal, adoro esse plano… rs).

Era época em que a Gol esta surgindo e crescendo como empresa área, se ela hoje tem milhões, muita grana minha entrou no Capital da GOL, teve um ano que vim para Santos umas 4 vezes. Para um rapaz de apenas 20 anos, de familia simples, pagar com o próprio dinheiro oito passagens áreas de Recife à SP entre idas e vindas em apenas um ano a dez anos atrás… não era fácil.

Como falei, naquela época, o mundo era gigante… do tamanho do valor de uma passagem área.

Engraçado, não? Como uma moça que nunca conheci, que apenas cliquei uma ou duas vezes, pode trazer tantas lembranças, não é?

Não conheço a Gabrielle Lakusta, mas nessa manhã de domingo, dia 22 de agosto, ela foi especial para mim, pois ao ver se seu facebook, ao ver as fotos dos amigos que fez em Santos e de sua recepção de boas vindas pela sua familia no Canadá, ela me fez lembrar do que deixei, do que ganhei, de decisões que tomei, de como mudei minha vida.

O bom é que nesses DEZ ANOS… o mundo mudou, se tornou menor. Hoje, o Recife, o Candá, o Japão… qualquer um desses lugares é logo ali.

Podemos matar saudades de pessoas que conhecemos e que amamos através de bate papos no MSN, Skype, podemos até mesmo ver essas pessoas, alguns até trocam intimidades virtuais com pares… ora vejam… o quanto mundo ficou mesmo pequeno, não é?

E quando a saudade, apertar no peito de forma que cheque até a doer… com inflação sob controle, cartão de crédito e parcelamento a perder de vista… pegar um avião e matar de vez a saudade é algo que se pode fazer sem precisar pensar em vender um dos rins. (kkkkk).

Obrigado Gabrielle Lakusta por ter me trazido tão boas lembranças e pensamentos e por me lembrar que quanto mais o tempo passa, mais perto ficamos das pessoas que realmente amamos.

Seja feliz no Canadá e quando puder nos visite de novo aqui no Brasil.