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A Geração “balada & extâse” vai poder se ver nas telas do cinema em “Paraísos Artificiais”

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PARAÍSOS ARTIFICIAIS é uma história de amor entre Nando (Luca Bianchi) e Érica (Nathalia Dill), dois jovens contemporâneos em tempos de mudanças e incertezas. Dos mesmos produtores de Tropa de Elite I e II, o filme fala de destino, de encontros e desencontros, de amor, de novos relacionamentos, de amizade, de celebração. Mas, principalmente, fala da juventude, essa curta etapa da vida que, certamente, é o momento mais precioso de nossa existência.

www.paraisosartificiaisofilme.com.br

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Karate Kid

Para quem é fã de cinema e viveu os anos 80, com certeza deve ter entre seus filmes preferidos daquela época a Trilogia Karate Kid com Ralph Macchio e Pat Morita (Daniel Larusso e Sr. Miyagi).

Hoje fui a assistir a nova versão de Karate Kid com Jaden Smith, filho do super astro de Hollywood Will Smith.

Como fã da série, a principio fiquei receoso. Principalmente ao ver que filme não é “simplesmente” uma adaptação ou versão atualizada do original, e sim um filme totalmente novo. Do original preservou-se apenas a idéia base, um “garoto que enfrenta dificuldades de adaptar-se em um novo lar e que é iniciado nas artes marciais por um zelador”.

Fora isso, mudou-se tudo. Nome dos personagens; a mudança não é para uma cidade nova e sim um pais novo, neste caso, a China e até a arte marcial mudou, deixando de ser o Karatê para ser o Kung Fu.

Então, porque não chamar o filme de Kung Fu Kid? Primeiro, eu particularmente, acho Karate Kid muito mais sonoro do que Kung Fu Kid e segundo, mesmo em se tratando ser praticamente um novo filme, já que a mudança foi radical, achei interessante que fosse preservado o título, até para fazer uma referência e dar-se a justa homenagem ao filme original. Terceiro, chamá-lo de Karate Kid, e fazer lembrar do filme original, certamente vai levar muito mais gente aos cinemas e gerar mais bilheteria e deve ter sido nisso que os produtores do film pensaram. E, quarto, no mundo moderno, a China é a “bola da vez”, tendo inclusive, recentemente, superado o Japão e tornou-se a segunda maior potência econômica do mundo.

A pergunta que você pode estar se fazendo: o filme é melhor que o original? A resposta é: o filme MUITO melhor que o original.

Apesar de ser fã da série original, o Ralph Macchio nunca convenceu muito bem como lutador de Karate, nem nas horas que apanhava, nem nas horas que batia. Já o Jaden Smith realmente convence, tanto quando apanha, como quando bate.

E não era de se esperar algo diferente. Afinal o filme foi pensado como uma super produção. Afinal temos Jaden Smith filho do super astro Will Smith, e o “paizão” acompanhou tudo de perto. Também, por contar, com Jackie Chan como Sr Miaygi, ops… desculpem, como Sr. Han.

Logo no inicio do filme, na primeira surra que o Daniel Larusso, ops… desculpem novamente, quis dizer Dre Parker (personagem do Jaden)… enfim, aprimeira surra que o Dre leva, acontece em um parque na china, ao contrário do filme original que acontece na praia. Essa primeira surra do Dre é muito mais convencente que a surra do Daniel, o Dre apanha mesmo e impressiona. A velocidade dos golpes o tempo de reação e ataque na luta esta muito mais convincente nesta nova versão.

Outra cena clássica é quando o sr Miagy salva o Daniel de mais uma surra, agora é o sr Han que salva o Dre. O que eu já estava me perguntando antes da cena era: como vai ser essa cena? Afinal no original o Daniel já é um adolescente com cara de 16 para 17 anos e seus agressores aparentavam ter entre 18 e 19, portanto, maiores de idade e o sr Miyagi poderia bater neles sem problemas. Mas, e agora nessa nova versão onde o Dre tem apenas 12 anos e seus agressores aparentam ter entre 13 e 15 anos? Não pegaria bem o sr Han batendo pra valer num moleque de 13 anos, não é?

Pois, não é que resolveram bem essa questão? A cena ficou muito boa com o sr Han usando de sua habilidade para que os agressores do Dre batessem uns nos outros.

Enfim, o filme foi muito bem produzido, as cenas de luta realmente convencem super bem, e todas as mudanças realizadas ao meu ver apenas tornaram o filme ainda melhor que seu original.

E ao que já ficou claro, através deste filme e do anterior “A Procura da Felicidade” no qual o Jaden atuou ao lado do pai, o “moleque” realmente tem talento.

A pergunta que fica agora é: será que vai ficar nesse primeiro ou dado o sucesso de bilheteria que o filme certamente vai conquistar, ele também irá virar uma trilogia?

Por hora, enquanto você não assiste ao filme, confira o um dos trailers para o cinema (acima) e o clipe da música Never Say Never (abaixo) no qual o Jaden Smith canta ao lado de Justin Bieber e mostra que assim como pai, além ter talento como ator, manda super bem cantando. (filho de peixe…)

Crepúsculo “Lua Nova”

Chegamos à quarta-feira, meio da semana e dia nacional da feijoada e do cinema. (Já reparou que todo lugar que você chega para almoçar na quarta tem feijoada? E que os cinemas todos tem desconto?).

E como não podia deixar de ser, a dica da semana é um dos filmes mais esperados do ano. A venda de ingressos antecipados para a estréia do filme já havia começado a dois meses atrás e a presença do Vampiro Casseta & Pleneta (que nunca pega a Isabella) e do Lobisomem Masaranduba (todo saradão) vai garantir uma boa presença feminina nas salas de cinema para ver a parte final da Saga Crepúsculo “Lua Nova”.

A história do filme já é mais que conhecida, portanto, dispensa comentários e apresentações. Mesmo assim, abaixo, segue uma breve sinpse caso você tenha viajado à Lua nos três últimos anos e não faça a menor idéia de que filme estou falando.

A história continua com a volta de Edward à Forks e novos perigos em vista, como aproximação da formatura e o fim do prazo dado pelos vampiros Volturi, para Bella tornar-se um deles. Como se não bastasse, ela continua sendo perseguida por Victoria que em busca de vingança, forma um exército de fortes e inexperientes vampiros. Apenas a união entre a alcatéia de Jacob e a família de Edward poderá frustrar os planos de Victoria para matar Bella.

Veja abaixo o 1º trailer oficial do filme com legendas em português:

O Golpista do Ano

Rodrigo Santoro, Jim Carrey e Ewan McGregor. São todos  Gays.

Bem, ao menos no filme “O Golpista do Ano” eles são. Com direito a cenas de sexo, beijos na boca, declarações amorosas e tudo mais que se tem direito.

E, por mais surreal que a história pareça ela foi baseada na vida real de Steven Jay Russell (personagem de Jim Carrey) que, depois de sofrer um acidente, resolve mudar de vida: larga a mulher e assume sua homossexualidade e passa a viver de golpes para sustentar seus amantes (Rodrigo Santoro e Ewan McGregor).

O filme desperta opniões contra e a favor, já li resenhas falando que é um dos piores filmes do mundo até outras falando de grande atuação. Mas, o fato é que podemos dizer que, no mínimo, você ficará surpreso ou até chocado ao ver três grandes astros interpretando papeis gays da forma como interpretam neste filme.

Outra coisa que garante boas risadas (e lembro que é uma história real) é o fato do Sten Jay Russel (persnsagem do Jim) ser um mestre em fugas de primeira linha. Ele foge da cadeia umas dezes vezes durante o filme. O problema é que ele não consegue ficar muito tempo fora dela.

Saiba mais sobre a história do filme:

“O golpista do ano”, codirigido por Glenn Ficarra e John Requa, é baseado no livro-reportagem “Eu te amo, Phillip Morris”, do jornalista Steve McVicker, que também está sendo lançado nas livrarias do Brasil este mês, pela editora Planeta. O livro relata a história real de Steven Jay Russel, golpista que passou de policial, marido e pai de família honesto a um dos maiores mitos da história carcerária dos Estados Unidos.

Entre 1993 e 1998, Russel escapou nada menos do que quatro vezes da prisão onde esteve condenado por estelionato. Em uma delas, passou-se por juiz e ordenou que sua fiança fosse reduzida em mais de US$ 700 mil, o que tornou possível pagá-la com o dinheiro que já tinha de golpes anteriores. Na mais ousada das fugas, pesquisou os sintomas da AIDS e fez-se passar por doente, conseguindo ser transferido para um hospital fora da penitenciária, onde fingiu ser o médico que cuidaria dele mesmo e forjou seu próprio atestado de morte.